Entidades empresariais cobram definição para obra no Morro dos Cavalos

Criciúma (SC)

Representantes da Facisc e das Associações Empresariais do Sul e do Extremo Sul do Estado reuniram-se nesta quarta-feira, 3, na sede da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), para avaliação e alinhamentos do movimento “Morro dos Cavalos – Solução Já!”. A campanha será mantida até a definição da alternativa mais viável para resolver o gargalo logístico representado pelo trecho na BR-101, em Palhoça.

“O movimento está dando resultado, no sentido de ampliar a ressonância por esse pleito, mas é claro que, enquanto não tivermos uma definição sobre a obra vamos continuar cobrando, juntos, nessa grande campanha de mobilização regional”, afirma o presidente da Acic, Franke Hobold.

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Ele lembra que, conforme audiência pública realizada em Brasília, no mês de outubro, o momento é de aguardar o retorno do Ministério dos Transportes sobre os estudos que definirão a solução mais viável.

O ministério avalia três possibilidades: que a obra seja executada pela concessionária Arteris Litoral Sul — atualmente responsável pelo trecho em processo de renovação de contrato —, que o segmento passe à gestão da Motiva (antiga CCR Via Costeira), administradora da BR-101 Sul, ou que o próprio Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) assuma a execução, mediante inclusão no orçamento federal.

As empresas Arteris e Via Costeira manifestaram disposição em negociar a melhor alternativa, enquanto o Ibama confirmou que o projeto de construção de dois túneis para transposição do Morro dos Cavalos apresentado pelo DNIT possui licenciamento ambiental vigente, que pode ser renovado e readequado conforme a definição sobre a responsabilidade da obra.

As associações empresariais defendem que a Via Motiva assuma a obra. “Se a construção dos túneis for assumida por uma das concessionárias, esse investimento terá que ser compensado por meio do pedágio, mas essa é uma discussão para o futuro e iremos tratar no momento oportuno, com a mesma união com a qual começamos essa campanha. É cedo para especular sobre as tarifas: temos que continuar concentrando esforços para que a obra saia do papel”, considera Hobold.

 


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